Em entrevista para a Folha de São Paulo , Maria Paula Dallari Bucci, afirmou ainda que “a educação superior passou por um período de reorganização que deve se consolidar agora”. Ela substitui Ronaldo Mota a partir desta quarta-feira, 5 de novembro.
A nova secretária de Educação Superior do MEC (Ministério da Educação) é professora da FGV (Fundação Getulio Vargas), e advogada formada pela USP. Foi procuradora-geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e chefe da consultoria jurídica do MEC.
Ela afirma que suas prioridades são “acompanhar o Reuni [programa de expansão das universidades federais] para que ele cumpra tanto o papel de democratização do acesso como o de aproximar a educação básica da superior”.
A secretária relativizou o dado de que 93% das instituições com baixas notas serem privadas: “Há cursos privados de excelência e há cursos públicos com problemas. Não vai passar por cima e dizer que, porque são públicos, são ótimos. Não são.” Questionada sobre a exigência legal de ter um terço dos docentes em regime integral, cumprida por apenas 43% das instituições privadas, Maria Paula afirmou que terão “um prazo bem curto” para se adequar, uma vez que a lei já vigora há quatro anos.
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